Dicas sobre Mergulho Nocturno
#1
Posted 20 October 2004 - 01:01 PM
Locais que durante o dia não apresentam grande interesse paisagístico ou biológico, de noite enchem-se de sombras e vida, transformando-se no melhor dos “spots”!
Até mesmo aqueles sítios que durante o dia são mergulhos “medíocres” podem se converter num espectáculo nocturno deslumbrante.
A possibilidade de encontrar vida que está oculta ou ausente durante o dia, de observar as verdadeiras cores dos seres vivos, de descobrir no “foco”, a cada movimento das lanternas, uma paisagem onde os contrastes entre a escuridão e a luz nos fazem imaginar o que poderemos descobrir a seguir, desligar as fontes de luz e observar a luminescência do meio que nos envolve, são motivações mais que suficientes para nos aguçar a vontade de realizar este tipo de mergulhos.
Apesar dos procedimentos para estes mergulhos não serem assim tão diferentes dos aconselhados para os restantes, dado serem realizados de noite existem algumas recomendações específicas.
Não passam de meras recomendações e a situação melhor passa sempre por receber formação adequada à prática deste tipo de mergulhos.
É normal que no início o mergulhador possa sentir algum medo ou desconforto em relação ao mergulho nocturno, mas com calma, escolhendo para os primeiros mergulhos uma zona pouco agitada, sem corrente, com bom tempo, sempre acompanhado por mergulhadores com experiência, limitando a profundidade dos mergulhos, munido de boas fontes de iluminação e com redundância de lanternas, em breve corremos o risco de nos viciar.
Uma grande vantagem de realizar mergulho nocturno a baixas profundidades é o aumento do tempo de fundo disponível. Podemos iniciar o mergulho no crepúsculo e prolongá-lo até ser noite cerrada, desfrutando do despertar da vida para a escuridão e do crescimento da sombra até à completa penumbra.
Dada a escuridão envolvente e sem pontos de referência adequados, devemos consultar os instrumentos com maior regularidade, de forma a verificar a profundidade e orientação do mergulho. Por uma questão de stress, excitação ou maior actividade, o consumo de ar pode também ser algo aumentado.
Os instrumentos, quando fazendo parte de uma consola, devem estar presos ao colete para que estejam rapidamente ao alcance das mãos e visão. Isto permite evitar andar tactear no escuro. O mesmo raciocínio é válido para os Octopus, pois este deve estar visível e rapidamente acessível em caso de necessidade.
É uma boa ideia manter a proximidade do nosso parceiro. Mais que durante o dia, ele poderá ser uma preciosa ajuda no meio da escuridão, quanto mais não seja para nos iluminar enquanto se reajusta o equipamento ou se resolve algum percalço inesperado.
Devemos lembrar-nos que mesmo a curta distância, se o foco das nossas lanternas não estiver na direcção do campo visual do parceiro, este poderá não conseguir localizar-nos e haver a separação entre os dois.
Para o evitar, o uso de um “strobe” num ponto que seja facilmente visível de todos os ângulos, pode contribuir para aumentar a segurança. Não devemos no entanto focar a nossa visão no flash emitido pelo strobe sob pena de diminuirmos temporariamente a nossa capacidade de visão nocturna. Também devemos ter em conta que o strobe, como fonte de “poluição luminosa”, pode contribuir para afastar aquelas espécies mais sensíveis e que tanto desejávamos ver!
É importante ter cuidado com os locais para onde “apontamos” o foco da lanterna. Os nossos olhos ou a face do parceiro serão os piores dos sítios pela “cegueira” temporária que podemos causar.
Conhecer os sinais entre parceiros e saber executá-los na escuridão é fundamental. Sinais com os dedos ou as mãos dificilmente serão vistos ou entendidos num mergulho nocturno, a não ser que haja proximidade entre parceiros e sejam devidamente iluminados com o foco da nossa própria lanterna ou da do parceiro.
Para “distâncias maiores”, recomendam-se sinais simples como um movimento circular do foco para indicar que está tudo bem (Ok), balançar a lanterna lateralmente para chamar a atenção do parceiro (Look) ou balançar na vertical para pedir auxílio (Help), tomando todas as precauções para evitar o encandeamento de alguém.
Se por qualquer motivo existir separação durante o mergulho, devemos olhar ao redor com atenção, mantendo a nossa própria lanterna acesa e procurar a luz do parceiro. Actuar como uma espécie de “Farol” na escuridão. E se não for suficiente, iniciamos a subida de forma controlada e rodando com a lanterna acesa enquanto subimos, tentando sempre vislumbrar a iluminação do parceiro. Uma boa solução pode ser ligar apenas o strobe durante a descida, subida ou quando nos separamos do parceiro, de forma a facilitar a localização de ambos.
Muitas vezes, por inexperiência ou “medo”, evitamos desligar as lanternas ao chegar ao fundo. Mas experimentem fazê-lo uma vez. Claro que antes, à superfície, todas as lanternas, desde a principal às alternativas, devem ser recarregadas e devidamente ensaiadas.
No fundo, se não quisermos desligar a lanterna principal por receio de que o mexer no interruptor possa causar avaria, podemos sempre encostar o foco ao nosso corpo ou colocar uma mão à frente, mantendo a lanterna acesa e desfrutar da luminescência natural no meio da escuridão. Ao fim de alguns segundos (podemos ter de esperar mais de 30 segundos na completa escuridão) e à medida que os nossos olhos se habituam à pouca luz do meio, dilatando as pupilas, o espectáculo inicia-se e podemos observar autênticas “explosões” de cor e vida!
Ao emergir do mergulho, se estivermos longe do barco, podemos sinalizar a nossa presença com a lanterna acesa na direcção do barco, tomando as mesmas precauções que debaixo de água para não encandear ninguém. Manter o strobe ligado pode ser recomendável e muito útil nesta situação.
Ficam apenas estas ideias que não pretendem ser uma “cartilha de mergulho nocturno” mas somente uma reflexão sobre o tema. Espero que experimentem e possam gostar tanto como eu gostei desde o meu primeiro mergulho nocturno.

#2
Posted 15 November 2004 - 06:46 PM
Devemos lembrar-nos que mesmo a curta distância, se o foco das nossas lanternas não estiver na direcção do campo visual do parceiro, este poderá não conseguir localizar-nos e haver a separação entre os dois.
Para o evitar, o uso de um “strobe” num ponto que seja facilmente visível de todos os ângulos, pode contribuir para aumentar a segurança. Não devemos no entanto focar a nossa visão no flash emitido pelo strobe sob pena de diminuirmos temporariamente a nossa capacidade de visão nocturna.
Qual o melhor "ponto" para colocar esse "strobe"?
Deverá ter alguma côr em particular? Usam-se filtros vermelhos?
Já vi ums "mini-strobes" vermelhos para colocar no sistema que liga os reguladores á garrafa, mas a luz pareceu-me muito fraca...
Já existirão sistemas de visão nocturna para mergulho disponíveis no mercado?
Que tipos de bioluminescência existem em Sesimbra por exemplo?
É possível fotografar seres bioluminescentes a baixa profundidade? Como?
Agradeço desde já qualquer feedback/dicas que possam ir dando!
Obrigado!
Um forum é um local para partilhar ideias e para cultivar o apoio mútuo...
Not all of those who "wander" are actually lost... Tolkien
Qual o melhor caminho? Há quem diga que "o caminho" nunca existirá, o caminho "faz-se andando". (lendo e mergulhando)
"There are some things that we know we know; there are more things that we know we don't know; and then there are many other things that we don't know that we don't know."
"I HAVE not failed. I have just found 10,000 ways that won't work." So said Thomas Edison, the prolific inventor, speaking of his laborious attempts to perfect the incandescent light bulb.
All models are wrong. Some models are useful.
George Box
Space isn't remote at all. It's only an hour's drive away if your car could go straight upwards.
Fred Hoyle
Sócio Nº 20273 da Sociedade de Geografia de Lisboa http://socgeografia-...planetaclix.pt/
Gort! Klaatu barada nikto! http://www.visionofhumanity.com/
Rankism: http://www.breakingranks.net/
Astronomia, Astrobiologia, Ficção Científica: http://astropt.org
Colecção Argonauta (552 livros): http://coleccaoargonauta.blogspot.com/
Eventos, Livros e Artigos sobre Tecnologia Aeroespacial: http://www.aerotek.org
Averiguação e Gestão de Sinistros: www.gsmax.pt
In the future there will be two kinds of people: Those who use computers and those who are used by computers.
Mestrado Sistemas Electrónicos Marítimos - Escola Superior Náutica Infante D. Henrique: www.enautica.pt/
#3
Posted 15 November 2004 - 07:31 PM
#4
Posted 16 November 2004 - 12:11 PM
Se nos perdermos e o barco não nos conseguir localizar o strobe pode ajudar e muito nas buscas, até porque tem uma autonomia muito grande. Também acho que deve ficar um no cabo para sinalizar o ponto de partida.
Até de dia pode ser útil, se nos perdermos num mergulho ao fim do dia e não formos localizados enquanto há luz mais uma vez o strobe pode sinalizar a nossa presença. E tal como vimos pelo caso dos mergulhadores do Mar Vermelho todos os recursos de sinalização podem ser poucos em determinados casos como tal mais vale prevenir....
#5
Posted 11 December 2004 - 10:19 AM
No entanto, se ficar ligado durante o mergulho e colocado numa zona onde não incomode o mergulhador e/ou o parceiro, não vejo qualquer problema em mantê-lo ligado. Digo isto por experiência pessoal.
Não esquecer que o strobe ligado pode alterar o comportamento da fauna e estragar o mergulho, mas também pode servir de chamariz para algumas (poucas) espécies...

#6
Posted 11 December 2004 - 03:47 PM
Assim, quer algum buddy com falta de ar, ou mesmo eu, queiramos utilizar a fonte alternativa, é um modo de saber onde ela está....
..claro que eu sei onde ela está sempre (ou deveria estar), está mesmo no meio do meu peito (dentro do tal triangulo recomendado pela PADI), mas o que é certo é que por razões várias, ela pode sair do sítio e começar a andar pendurada...
...ora à noite, já basta uma situação de potencial strees, como a falta de ar, quando mais ainda não saber (de imediato) onde pára o regulador do octopus.
Bons mergulhos !!</center>
#7
Posted 03 January 2005 - 01:29 PM
Eu coloco dois strobes ou depende da situação.
Se for de barco é um strobe no cabo da âncora e outro comigo. Este último vai preso na pega do colete.
Se for entrada de praia levo a bóia (strobe na bóia) e o cabo da mesma preso a mim.
Desta forma garanto que as pessoas me podem encontrar sempre ou então ao barco...
Outras vezes é necessário gerir o nº de strobes presentes... muitos strobes causa confusão!
Ab
So much water and so little time...
#8
Posted 29 May 2005 - 10:17 PM
http://www.scubadivi...d/night_skills/
Em relação à questão do strobe, apesar de não ter (ainda), acho que quem o tem deve andar com ele ligado. Uma vez, em gruta, se não fosse o Strobe do grupo da frente, acho que me teria perdido. Já no mar, e quando se mergulha com vários pares de buddies, os strobes têm um alcance q permite que haja maior distância entre cada par.
Cumps,
j
#9
Posted 29 May 2005 - 10:37 PM
E os buddies nao se devem afastar. Lá por se conseguir ver o strob, nao quer dizer que o outro esteja bem. O strob continua a piscar mesmo quando o buddy esta inconsciente. E se falhar, estão longe e torna mais dificil que se reencontrem. Para alem do facto de que nem se vai saber se aquele é mesmo o teu buddy ou se é outro porque todos andam com strobs.
Na gruta tambem nao se usa strob, usa-se uma linha até fora do ambiente com tecto. Se nao te perdeste devido a alguem que tinha um strob foi grande sorte porque estavam sem equipamento e, pelo que parece, formaçao para tal mergulho.
#10
Posted 21 July 2005 - 04:38 PM
Fiquei maravilhado com a bioluminescência!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Havia tanta, que até um movimento mais brusco/rápido da cabeça produzia uma miríade de clarões azulados de várias formas visíveis junto ao rebordo da máscara...
Tantos seres vivos! E tão pequenos! No fundo, nadamos através de uma multidão gigantesca de criaturas vivas pequeníssimas. Quase que parecia que se podiam ver as bactérias!!!!
Haviam uns mini-seres de forma vagamente oval e outros que eram mais como uns filamentos, e outros que eram como pontos de luz, e outros que quase pareciam algas miniatura... Mas a luz deles aparecia e desaparecia tão rápidamente que era difícil entender o que se estava a ver.
Será possível filmar em câmara-lenta? O que gera a luz? O zooplancton? O fitoplancton? Ambos? A luz tem alguma função de defesa? Porque é que o impacto os faz brilhar? Será semelhante (em algum aspecto) á piezo-electricidade?
Adorei os clarões ao longe dos mergulhadores mais distantes! Fantasmagórico...
Imensas algas castanhas que ondulavam lentamente com o refluxo. Vi um polvo que mudou de cores umas 5 vezes... e os olhos dos camarões que brilhavam com um minusculo reflexo prateado, lembrando (muito vagamente) os olhos dos gatos terrestres...
O luar na superfície vistro do fundo do mar também estava magnífico!
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#11
Posted 26 May 2006 - 04:38 PM
boa caçada pessoal
#12
Posted 27 May 2006 - 05:46 PM
"Não é permitido exercer a pesca submarina no período nocturno, entre o pôr e o nascer do sol (punível com coima de 100.000$00 a 750.000$00)."
Ou já foi alterada a lei?
"He can fly in any direction... by merely flipping his hand UNDERWATERMAN becomes an archangel" - Jaques Cousteau
#13
Posted 23 June 2006 - 10:42 AM
É impressão minha ou é proibido caçar á noite? ...
"Não é permitido exercer a pesca submarina no período nocturno, entre o pôr e o nascer do sol (punível com coima de 100.000$00 a 750.000$00)."
Ou já foi alterada a lei?
Caçador que é homem de barba rija não liga à lei, é mortandade a qualquer hora e em qualquer local...
O mesmo se aplica à caça em terra, infelizmente...
Abraço a todos
NB
#14
Posted 11 September 2006 - 01:16 PM
Já que o Mergulho Nocturno é uma das minhas paixões e especialidades, prometo-vos um post mais musculado para breve.
Entretanto só deixo duas recomendações: a primeira: levem sempre pelo menos duas lanternas, uma principal e uma auxiliar (eu levo sempre duas principais e uma auxiliar
Outra recomendação para os guias de mergulho - cuidado com os mergulhadores que se leva para mergulho nocturno. Voltamos à história das agências de mergulho: se PADI, pelo menos AOW; se for CMAS, pelo menos P2 com experiência de mergulho nocturno. Se um P1 ou um OW sem experiência de mergulho nocturno se perde, pode ser o cabo dos trabalhos. Eu não levo ninguám para mergulho nocturno que não tenha, pelo menos, aquelas qualificações. E para liderar uma dupla ou um grupo deve ter a expecialidade de Mergulho Nocturno, senão vai sob a minha orientação, ou sob a orientação do Guia/Divemaster da minha confiança.
Já estão alguns a dizer: lá está este a pensar no dinheiro de mais um cursozito ded especialidade. Não. Estou a pensar em menos uma série de riscos de acidentes com mergulhadores á noite. Eu corro menos riscos. Percebo de mergulho nocturno e tenho experiência. Outros nem tanto...
Bons mergulhos nocturnos e dos outros. Mas em segurança.
PROFUNDIS
Escola de Mergulho
Centro de Mergulho
CENTRO DE FORMAÇÃO DE INSTRUTORES DE EFR
A PROFUNDIS utiliza Oxigénio Medicinal nas Misturas que prepara
#15
Posted 11 September 2006 - 03:58 PM
"He can fly in any direction... by merely flipping his hand UNDERWATERMAN becomes an archangel" - Jaques Cousteau
#16
Posted 11 September 2006 - 04:38 PM
Só um pequeno reparo: as luzes químicas são boas e fiáveis mas são um perigo de poluição demasiado grande para um mergulhador com consciência ecológica (como deviamos ser todos).
Caro Joel,
Não concordo contigo. As luzes quimicas não poluem o ambiente pois a mistura quimica que produz a luz é confinada a um recipiente testado para o efeito, se o mesmo deixasse escapar os quimicos que produzem a luz então tambem se perderia o efeito de luz. Desde que não se abandone as luzes quimicas no meio ambiente após lhes passar o efeito não vejo grandes perigos de poluição.
Corrijam-me se estiver enganado.
Um abraço
#17
Posted 12 September 2006 - 04:28 PM
A ta consciência ecológica deveria servir de modelo para todos nós. De facto nunca pensei no assunto dessa forma. Mas não vou contigo. A probabilidade dum bastão de luz química se partir é mínima. Para não dizer "se perder", porque erdendo-se, de facto, mais cedo ou mais tarde vai partir-se e derramar os químicos no meio ambiente.
Mas agora pensemos um pouco (eu não tenho resposta e peço-a a quem a tiver). Não sei quais são os químicos que constotuem os bastões de luz química. Não sei qual o seu potencial de poluição nem quanto esta dura. Agora o que sei é que não há mergulho em que eu não encontre pilhas eléctricas no fundo e destas eu conheço o potencial de poluição e o facto de as pilhas serem constituidas por metais pesados que entram nas cadeias alimentares e ai ficam anos a fio. Seguramente que nós próprio já sofremos dessa poluição. Talve«z o rtisco de poluição com os bastões de luz química não seja, afinal de contas, assim tão grande.
Abraços e bons mergulhos.
PROFUNDIS
Escola de Mergulho
Centro de Mergulho
CENTRO DE FORMAÇÃO DE INSTRUTORES DE EFR
A PROFUNDIS utiliza Oxigénio Medicinal nas Misturas que prepara
#18
Posted 27 November 2006 - 10:52 PM
quando fizerem um mergulho nocturno, tentem a seguinte experiência:
apaguem por uns segundos as lanternas, juntamente com o vosso companheiro de mergulho, de forma a que fique escuro à vossa volta,
a seguir façam movimentos com as mãos, e apreciem a luminescência do plâncton...
#19
Posted 27 November 2006 - 11:21 PM
eu comecei por fazer mergulho nocturno com mais frequência este ano e acho que em relacção a luzes de presença é uma pequena luz (tipo neon) permanente na garrafa, que não tem qualquer efeito no mergulho e um strob por dupla que se liga quando fazem a descida e quando se faz a subida ate entrar no barco, permanecendo apagado durante o mergulho e só ligado em caso necessário, por exemplo perda do buddie e ou ficar sem lanterna (o que não é boa ideia, e nem vai acontecer se levar-mos uma principal e uma secundária).
AGORA TAMBÉM JÁ SEI PORQUE OS PEIXES SORRIEM !!!!
Abraços profundos
#20
Posted 28 November 2006 - 06:45 PM













